Segunda-feira, Março 20, 2006

"A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou, mais corretamente, de ser amado apesar daquilo que você é" - Victor Hugo


Swingers - Ótimooooooooo!!!!!!!!! Mais, mais, maiiiiiiiiiiiiiissssssssssssss!!! =]



Estamos de boa...Ah, tá...acredito nisso!!!! Eu, Nunu e Miri



Rafa, Miri e Eu


"Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.

Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão
de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e
desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito
comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que
colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as
pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.

A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.

"Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão
felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?"

Deus sorriu e respondeu: "Você não percebeu?

É porque aqui eles aprenderam a dar comidas uns aos outros."
Moral: temos três situações que merecem profunda reflexão:

Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que
se pensasse em alternativas para equacionar a
situação;

Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem
resolver o problema;

Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação
teria sido rapidamente resolvida.

Conclusão: dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. O
espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe
participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com
posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área de sua vida,
especialmente a profissional.

E, lembre sempre: A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer
aos poucos"

:: Por Kary | 7:46 PM |

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Domingo, Março 12, 2006

Uhuuuuuu...Voltamos ao templo sacrado do flashback...Mto divertido!!




E ai??? Alguém afim d encarar o Sarcófago??? Eu tô!!! Olha minha carinha d quem tá d boa a la Rafa!!!!


Turma reunida...Gú, Jú, Thi, Rafa, Eu e a Mi


Entrando no clima da brilhantina...Jú e Thi!!!


Rafa c carinha d quem tá d boa!! Sei, sei...conheço essa história!!! X]


Mi d perfil...Modelo agora, é??? rs


Folgação!! Rafa, Gú e Eu


"Eu aprendi
que ser gentil é mais importante do que estar certo,
Eu aprendi
que não importa quanta serenidade a vida exige de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto,
Eu aprendi
que as vezes tudo que precisamos é uma mão para segurar e um coração para nos entender,
Eu aprendi
que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos,
Eu aprendi
que os pequenos acontecimentos diários é que fazem a vida espetacular,
Eu aprendi
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas,
Eu aprendi
que ninguem é perfeito até que você se apaixone por esta pessoa,
Eu aprendi
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda,
Eu aprendi
que qundo o ancoradouro se torna amargo, a felicidade vai apontar em outro lugar,
Eu aprendi
que devemos sempre ter palavras doces e gentis, pois amanha poderemos ter que engoli-las,
Eu aprendi
que o sorriso é a maneira mais barata de melhorar a aparência,
Eu aprendi
que quanto menos tempo tenho mais coisas consigo fazer"

:: Por Kary | 4:08 PM |

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Sábado, Fevereiro 18, 2006

Pelo jeito o fds promete ser chuvoso..Bom p comer pipoca, assistir filme embaixo do endredon c uma oa companhia...Só q não estou c tanta sorte assim.. Mas td bem, quem sabe um dia isso melhore!!! =]



Formatura da Jú: Rafa, Mi, Stela, Isa e Eu.....Adorei essa foto, ficou mto linda!!!!


SOBRE SAPOS E PRÍNCIPES

Atualmente, o tema "relacionamentos amorosos" tem sido amplamente debatido na mídia e na literatura. Esta extensa discussão talvez possa ser atribuída ao fato de que estamos vivendo uma fase de questionamento dos papéis sociais atribuídos aos homens e às mulheres, o que consequentemente nos leva à transformação dos paradigmas de relacionamento amoroso estabelecidos até então. Neste texto, procuraremos discutir o tema sob a perspectiva psicológica.

Freqüentemente, o primeiro sentimento que nos une a um parceiro amoroso é a paixão. Psicologicamente, a paixão é definida como a projeção de conteúdos inconscientes no outro. É importante ressaltar que a projeção é algo natural e esperado, que ocorre em todas as relações, e não somente nas relações amorosas. Assim, a paixão é, na realidade, um sentimento "narcísico", uma vez que nos apaixonamos "por nós mesmos", ou seja, por nossos conteúdos inconscientes projetados no outro. Quando nos apaixonamos, não enxergamos o parceiro como ele realmente é, mas como acreditamos que ele seja. Tais projeções mobilizam muita energia psíquica, o que faz com que a paixão seja um sentimento muito intenso - é o fenômeno que transforma sapos em príncipes.

A partir do estado de "apaixonamento inicial", duas coisas podem ocorrer: as projeções passam a ser retiradas, na medida em que começamos a enxergar o outro em sua totalidade - aspectos positivos e negativos, e aprendemos a nos relacionar com o outro "em si" e a paixão enfraquece, dando lugar a outros sentimentos; ou as projeções não são retiradas, e é aí que mora o perigo. Não por acaso, a palavra paixão remete a um sentimento muito intenso, mas também muito ambíguo. Aqui vão algumas definições encontradas na língua Portuguesa: amor ardente; sofrimento intenso e prolongado; alucinação; vício dominador.

O caráter negativo da paixão se revela em diversas situações, por exemplo, quando o parceiro que recebe a projeção começa a sentir que não consegue "ser ele mesmo na relação", pois isso inevitavelmente confrontará algumas das projeções depositadas e causará discórdia; ou quando a pessoa que projeta "cria" um parceiro ideal e, é claro, inatingível e sofre porque o parceiro real nunca conseguirá fazê-la feliz, causando sofrimento também ao parceiro, frequentemente desvalorizado frente ao "parceiro imaginário". O sentimento que inicialmente era maravilhoso, quando estagnado, passa a nos torturar na procura de alguém que não existe ou na vã tentativa de nos tornarmos esse alguém idealizado, à revelia de nosso verdadeiro eu. Talvez por isso a sabedoria popular nos ensine que "paixão é fogo de palha: queima alto, mas logo apaga".

O aspecto positivo da paixão é que, além de ser deliciosa, funciona como um ímã, despertando nosso desejo de união com o outro. Na medida em que as projeções são recolhidas (quando cada parceiro reconhece seus conteúdos depositados no outro), começa a existir espaço para que o verdadeiro relacionamento se estabeleça. É importante ressaltar que as projeções nunca se esgotam, pois o inconsciente será sempre maior do que a consciência, mas o importante é que exista um movimento de projeções e retiradas de projeção, pois é este dinamismo que nos leva à ampliação de consciência. O perigo das projeções é que elas permaneçam estagnadas, impedindo nosso desenvolvimento de consciência e impossibilitando a expressão do outro.

Um relacionamento amoroso genuíno é aquele onde os parceiros se enxergam e se aceitam como realmente são, integralmente - as qualidades e defeitos são igualmente acolhidos (aspectos do sapo e do príncipe), pois fazem parte da expressão da totalidade do outro. Um relacionamento amoroso deste tipo nos oferece grandes possibilidades de desenvolvimento de consciência, pois reflete e é um reflexo de nosso dinamismo psíquico, mais especificamente, de nossa relação com "o outro" que existe dentro de nós. Assim, em um relacionamento amoroso genuíno, os parceiros estarão sempre em condição de igualdade, pois têm o mesmo a oferecer (si mesmos) e desejam o mesmo: relacionar-se.

arece simples, mas a maioria dos relacionamentos amorosos não é estabelecida nestas bases. Isto acontece porque muitas vezes tomamos nossas exigências e carências egóicas como se fossem nossas reais necessidades, e então estabelecemos relacionamentos por medo de ficarmos sós, pela necessidade de controlarmos ou sermos controlados, pela necessidade de reparação das figuras parentais, etc... Desnecessário dizer que tais relacionamentos estão fadados ao fracasso.

E, por falar em fracasso, o que define o sucesso ou o fracasso de um relacionamento dentro desta perspectiva? A reposta é simples: o ganho psíquico de cada parceiro. Se o relacionamento promoveu o auto-conhecimento e, consequentemente possibilitou o desenvolvimento psíquico, certamente foi um relacionamento bem sucedido. Se, pelo contrário, o relacionamento impossibilitou a expressão e o crescimento individual pelos motivos supra mencionados ou quaisquer outros, foi um relacionamento fracassado. Tal idéia contraria os padrões sociais correntes, que tendem a avaliar o sucesso ou fracasso de um relacionamento com base em sua duração. Assim, sob a perspectiva psicológica, um relacionamento bem sucedido pode durar uma vida ou um dia, assim como um relacionamento fracassado.

Desta forma, o estabelecimento de um relacionamento amoroso genuíno exige um olhar e um posicionamento crítico frente aos valores e comportamentos socialmente aceitos, uma vez que atualmente tudo parece tão descartável, inclusive o outro. "Não se envolva" parece ser a grande máxima para quem quer se "relacionar" sem sofrer, pois as pessoas temem e solidão, mas igualmente temem a entrega. Pura ilusão. Novamente temos uma necessidade egóica (proteção) acima de nossas reais necessidades. O relacionamento amoroso exige entrega ao desconhecido, ao outro, ao risco, mas nos recompensa com o sentimento de completude que só um encontro amoroso é capaz de proporcionar. E, nesta perspectiva, a possibilidade de sofrimento é um risco e um bem necessário - não nos esqueçamos de que a dor também oferece grandes possibilidades de auto-conhecimento.

Finalizando, quem não se entrega não sofre, mas também não cresce. É o estreito limiar entre proteção e aprisionamento. Cabe a cada um de nós refletir sobre nossa postura em relação aos outros e a nós mesmos e avaliar se nossos relacionamentos proporcionam crescimento psíquico ou não. Caso a resposta seja afirmativa, ótimo. Caso a resposta seja negativa é hora de, junto com o parceiro, repensar os valores do relacionamento e transformá-lo, uma vez que a possibilidade de transformação está sempre presente, basta sermos verdadeiros conosco e com o outro envolvido na relação.

Fernanda Menin, Associada do Ceaap e psicoterapeuta integrante do grupo de aprimoramento "Abordagem Junguiana voltada às Questões Amorosas", vinculado à Clínica Psicológica Ana Maria Poppovic (PUC-SP), sob supervisão da Profª Noely Montes Moraes

:: Por Kary | 12:58 AM |

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Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Voltando de férias....Q por sinal, se dependesse de mim, nem voltava....

Aniversário da Jú e do Gú


Rafa, Jú e Eu



Rafa, Gú e Euzinha



Eu e o Gui


Formatura da Jú


A Jú ainda não mandou as fotinhas p mim, qdo consegui-las, eu posto aki!!!



Simplesmente eu =]



Almas Apaixonadas

Basta olhar nos teus olhos para enxergar além dos horizontes,
basta tocar em teus cabelos para começar uma viagem,
basta sentir o teu perfume para os meus sentidos se perderem.
Ai de mim, alma apaixonada pelos teus encantos,
sinto-te tão perto e ao mesmo tempo tão distante,
talvez, seja apenas angústia de uma pessoa sonhadora,
que busca esse amor perfeito,
o casamento das almas, o indissolúvel,
o que nem o tempo, assassino das paixões,
nem a própria morte, a separadora dos corpos,
poderão destruir.
É assim que te amo, além de todas as fronteiras,
é assim que te respeito, te busco, e me encanto.
De dia ou de noite, meus pensamentos te buscam,
e eu me entrego ao prazer de sonhar contigo.
Ai de mim, alma apaixonada,
sofro pela tua distância,
pela tua ausência, e mesmo em tua presença,
sofro pelos minutos contados,
pelo relógio que insiste em correr, sem respeitar o nosso amor.
Dizer que te amo é clichê velho e sem graça,
eu preciso de você para respirar, caminhar,
viver e até sonhar.
Mais que amor, o que eu sinto por você é a estranha certeza de que de alguma maneira, fazemos parte um do outro, coisa que só as almas apaixonadas podem entender,
por isso nosso amor não se explica, apenas se vive intensamente.

:: Por Kary | 10:52 PM |

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Domingo, Dezembro 25, 2005

Ho Ho Ho!!!!!!!!!! Feliz Nataaalllllllllllllllll!!!!!!!!!!!!!!


:: Por Kary | 1:50 AM |

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Domingo, Dezembro 18, 2005

Sexta-feira foi lindo!! Sem comentários!! X-) Sexta compensou todo meu fds, q por sinal nem sai, fiquei d boa em casa!!!



A cd dia q passa percebo o qto estou me permitindo gostar d alguém...Como é bom poder demonstrar o q sinto, sem medo d me arrepender!!! Estou curtindo cd minutinho q posso da minha vida!! Realmente eu estou mto feliz!!! É, a PF me fez acordar p vida, realmente as coisas não acontecem por acaso!!!!!!!!!!!!!!
PS: O texto abaixo, eu achei num blog, então resolvi postá-lo e dedico p uma pessoa mto especial....


AMOR

Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os AMORES-FÊNIX. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. E é esse amor que eu quero viver com você, PARA SEMPRE!!

:: Por Kary | 10:14 PM |

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Segunda-feira, Dezembro 05, 2005

Balada ótima....Swingers...gente bonita, música boa!! Dancei mtooooo...Além d mto assédio x-). Fds me aguarde!!!



In love!!!!!!! Falling in love!!!!!!!!


Amar é...

..Sentir no peito a felicidade,
no corpo o calor de um braço e
nos lábios o gosto de um beijo.
..fazer da lua a musa do amor, do vento o mensageiro do carinho e da noite
um labirinto da saudade.
..sofrer um instante de solidão,
sentir um segundo de ciúme e viver
um momento de paixão.
..chorar a ausência de alguém,
ver a saudade como
provar de amor e fazer do
mundo um paraíso encantado.


Obs: Bjaum p o Pauluchuuuuuuuuuu!! Saudades!!!

:: Por Kary | 10:52 PM |

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Domingo, Novembro 27, 2005

Cumprindo o q foi dito no post anterior...EU VOLTEI!!!! Depois d um longo péríodo ausente me tratando, voltei..>Sim, sim...Foi um longo período,: remédios, fisios, oftalmo....Mas aprendi mto nesse tempo todo e conheci pessoas maravilhosas!!! Cresci mtoooooo e aprendi mais ainda..Estou mto mais apaixonada por td e todos....2006 q me aguarde!!!



Fotinha tirada pelo Gui no niver da Jù e do Gú...Em breve postarei as outras fotos do aniversário



Fotinha antes d sair c a Rafa....Fomos no Beppo junto c meu irmão e o Léo...Mto legal...e nem vou contar o q aconteceu durante essa diversão... =X


Bem, segue a baixo o q realmente aconteceu comigo...

"O nervo facial é formado por duas raízes que seguem juntas por longo trajeto dentro do cânio: a) o nervo facial propriamente dito, que corresponde à raiz motora responsável pela inervação dos músculos da mímica facial e do músculo estapédio (relacionado com a audição); e b) o nervo intermediário de Wrisberg, que é composto por fibras sensitivas somáticas (controlam a sensibilidade de parte do pavilhão auricular), fibras sensitivas especiais (controlam a gustação dos dois terços anteriores da língua) e fibras do sistema nervoso autônomo (controlam as glândulas lacrimais e salivares).
Uma lesão do nervo facial manifesta-se por paralisia dos músculos da mímica facial em uma hemiface com incapacidade para enrugar a fronte, fechar completamente o olho, sorrir, bochechar, assoviar. Observa-se, ainda, desvio da comissura labial para o lado contrário à lesão, apagamento dos sulcos da hemiface comprometida e lacrimejamento contínuo. Na dependência do local da lesão do nervo facial, alterações da gustação, audição (os sons parecem mais altos no lado comprometido), e salivação podem ser encontradas.
As lesões do nervo facial podem ser congênitas ou adquiridas. A Tabela 1 demonstra exemplos de causas de paralisia facial periférica. A paralisia de Bell, ou paralisia facial idiopática (cuja causa é desconhecida), é a mais freqüente.

Tabela 1. Causas de Paralisia Facial Periférica
Congênita
Anomalia congênita
Traumatismo neonatal
Infecciosa
Otite média aguda
Otite média crônica - mastoidite
Síndrome de Ramsay-Hunt
Parotidite
Mononucleose infecciosa
Tumoral
Neuroma do nervo facial
Neuroma acústico
Tumor de parótida
Traumática
Fratura da base do crânio
Laceração facial
Fratura de mandíbula
Idiopática
Paralisia de Bell
Síndrome de Melkerson-Rosenthal "

Bem, foi isso..A minha foi em grau moderado, ainda não sei ao certo o q ocasionou...um stress forte, vírus ou alteração climática...O q importa q eu estou joinha novamente!!! X-)

:: Por Kary | 5:20 PM |

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Sábado, Setembro 10, 2005

Sempre qdo a vida começa a dar akela melhorada, aumentando as expectativas d q td q td vai começar a dar certo, vem alguma coisa e estraga td...Vou ficar ausente algumas semanas por motivos d deprê ocasionado uma doença inesperada....droga!!! Mas eu voltarei!!!!


Sarcófago 03/09/2005 - Sim, não resistimos e voltamos ao templo sagrado do flashback!!!


Agradecimentos ao site Alternativa Vip...Gui, Rafa e Eu


Goldem Street Bar 27/08/2005 - Desta fez a balada arrassouuu geral, o som tava ótimo e a banda um sucesso


No aperto do banco d trás... Eu, amiga da Núria (Daniela, se não me engano), Núria e o Gú



Espremidinhu...Eu, Gui, Rafa, Núria (escondida, qse sumindo na parte d baixo da foto), Gú e amiga da Nunú



Nós novamente!!!!!!!!!



O quarteto super poderoso...



Essa ficou massa...de baixo p cima...mto legal!!!!


Esse texto fo meu irmão, quem me mandou por e-mail...Nessa, tatão mandou bem!!!!!

EU TE AMO NÃO DIZ TUDO

"O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama. Assunto encerrado. Você
sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás, e vê-lo(a) tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ele(a) fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água.
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!"

Arnaldo Jabor

:: Por Kary | 5:45 PM |

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Segunda-feira, Agosto 22, 2005

Fim de semana básicão!!!!!! Ansiedade a mil....não vejo a hora q chegue semana q vem!!!!!! Ai, ai....



Pagando de modelo, ninguém merece!!!!.....rs........Pauluchinhu, não esqueci d vc, não, viu!!!! Te adoro!!!!!!!!!!


Nd de texto hj, mas a tradução da música do Moulin Rouge, a qual meu mais novo amiguinhuadora...E tb, claro, não poderia deixar d dedicar a aquela pessoinha super especial, q eu adorooooooooooooo mto!!!!! A música traduz bem o q eu ando sentindo nos últimos meses.... =)


Come What May
(Haja o que ouver)
Nicole Kidman e Ewan McGregor

Never knew I could feel like this
Nunca imaginei que eu poderia me sentir assim
Like I've never seen the sky before
Como se eu nunca tivesse visto o céu antes
I want to vanish inside your kiss
E quero desvanecer dentro de um beijo seu
Every day I Love You more and more
Cada dia eu te amo mais e mais

Listen to my heart, can you hear it sing
Ouça meu coração, vc pode ouvi-lo cantando
Telling me to give you everything
Dizendo pra eu te dar tudo
Seasons may change, winter to spring
Estações podem mudar, do inverno à primavera
But I Love You, until the end of time
Mas eu te amo, até o fim da minha vida

Come what may
Haja o que houver
Come what may
Haja o que houver
I will Love You
Eu vou te amar
Until my dying day
Até o dia da minha morte

Suddenly the world seems such a perfect place
De repente o mundo parece um lugar tão perfeito
Suddenly it moves with such a perfect Grace
De repente ele se move com graça e perfeitamente
Suddenly my life doesn't seem such a waste
De repente minha vida não parece tais desperdícios
It all revolves around you
Tudo revolve em volta de você

And there's no mountain too high
E não existe montanha tão alta
No river too wide
Nem lago tão fundo
Sing out this song,
Cantando essa canção
I'll be there by your side
Eu estarei ao teu lado

Storm clouds may gather
Nuvens de tempestade podem desaparecer
And stars may collide
E as estrelas colidirem
But I Love You, I Love You.
Mas eu te amo, te amo
Until the end of time
Até o fim dos meus dias.

Oh, come what may, come what may
Oh, haja o que houver, haja o que houver
I will Love You, until my dying day
Eu te amarei, até o dia da minha morte.
Oh, come what may, come what may
Oh, haja o que houver, haja o que houver
I will Love You, I will Love You
Eu te amarei, eu te amarei.

Suddenly the world seems such a perfect place
De repente o mundo parece um lugar perfeito

Come what may
Haja o que houver
Come what may
Haja o que houver
I will Love You
Eu te amarei
Until my dying day
Até o dia da minha morte.

:: Por Kary | 10:14 PM |

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Segunda-feira, Agosto 08, 2005

Sarcófago...mto bom...Mas a pergunta está lançada, será a última vez??? Espero q não!!!




X-)



Quero vc!!! Vamos viver intensamente o nosso presente, heim, heim?!?!?! rs


Amor


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração para de funcionar
por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da
sua vida.

Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso
entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o
dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos
encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de
ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um
presente divino: o amor.

Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais
que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a
outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las
com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer
momento de sua vida.

Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela
estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos
emaranhados...

Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que
está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim,
tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir
morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma
dádiva.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou
encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem
atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer
verdadeiramente.

É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as
loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.

Carlos Drummond de Andrade

:: Por Kary | 9:09 PM |

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Domingo, Julho 31, 2005

Fds mto básico.. Espero q o próximo seja mais agitado..rs




Ai, ai.......



ALMAS GÊMEAS

Ninguém jamais conseguiu explicar como foram criadas as almas gêmeas, mas eu me lembro bem dessa história.
Estavam lá no céu, todas as almas, umas eram somente razão, outras somente emoção, duas filas distintas.
Finalmente chegou a minha vez de ser colocada em uma das filas. Olhei para ambas e me identifiquei com a da razão, acontece porém, que quando avistei você na da emoção, meus olhos brilharam, foi como se fosse um imã a me puxar.
Aproximei-me do criador e lhe disse: Eu gostaria de ficar na fila da emoção, pode ser?... é que existe uma doce alma lá, que me encantou.
Está bem, me falou Ele, você até poderá escolher seu lugar, mas antes quero lhe explicar algo, depois então você fará a sua opção.
Existem almas que são gêmeas, tudo nelas é igual, a única diferença que eu coloquei foi a razão e a emoção, justamente para que elas possam se completar, é como se fosse um encaixe.
Possuo uma grande percepção para distinguir as almas gêmeas e por isso entendi, que aquela que se encontra ali na fila da emoção, é a sua, (falou apontando para você) daí querer te colocar na da razão.
Caso vocês fiquem juntas, o encanto das almas gêmeas se acabará, ao passo que se ficarem separadas, ele permanecerá.
No entanto, devo lhe contar algo, as almas gêmeas, nem sempre se encontram, porém vivem sempre unidas pelo coração e por elas próprias.
Por outro lado quando se encontram, jamais se separam, nem mesmo eu consigo executar esse afastamento.
Entendi naquele momento que a razão não sobrevive sem a emoção, e a emoção por sua vez, precisa da razão para viver.
Nesse instante fiz a minha escolha: Prefiro a fila da razão!
Encaminhei-me para o meu lugar, me posicionei e nesse mesmo instante, você, que não tinha até então percebido a minha presença, olhou-me e sorriu!
Hoje, eu sou a razão, você a emoção, eu te dou o chão e você me leva à lua.
Hoje, eu entendo o que o criador quis me dizer com: ...é como se fosse um encaixe.
Hoje, eu sou a razão correndo atrás da emoção e você a emoção pedindo aos céus que eu possa pertencer a mesma fila que você.
Mas o que você não sabe é que fui eu mesma quem escolheu o meu lugar, só para ser a sua alma gêmea.
O que você não sabe é que mesmo antes de pertencer a qualquer uma das filas, eu já te amei.
Quando voltarmos para o lado de lá, você há de entender tudo isso e se eu puder escolher uma das filas novamente, eu ainda vou querer ficar separada de você.
A única diferença é que escolherei a fila da emoção para sonhar como você sonhou e que você fique na da razão para entender como eu sofri!

Silvana Duboc

:: Por Kary | 8:37 PM |

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Domingo, Julho 17, 2005

Fds mto básico..Friozinhu começando de novo...Ai, ai, quero um cobertor d orelha.....rssssssssssssssssssssssssss.






AOS APAIXONADOS

Dedico esta crônica aos apaixonados, mesmo sabendo que servirá para nada: é inútil falar aos apaixonados. Os apaixonados só ouvem poemas e canções. A paixão, experiência insuperável de prazer e alegria, pelo fato mesmo de ser uma experiência insuperável de prazer e alegria, coloca o apaixonado fora dos limites da razão. Todo apaixonado é tolo. Pode ser que ele escute a fala da razão. Escuta mas não acredita. Diz ele: "O meu caso é diferente!" Tolo mesmo é quem tenta argumentar com os apaixonados.
Começa, pois, assim, minha inútil meditação com um verso terrível de T. S. Eliot. Ele está rezando. Ele sabe que somente Deus tem poder para lidar com a loucura da paixão. Ele reza assim: : . . livra-me da dor da paixão não satisfeita e da dor muito maior da paixão satisfeita".
Todo mundo sabe que paixão não satisfeita dói. Mas poucos sabem que a paixão só existe se não for satisfeita. A paixão é fome. Ela só floresce na ausência do objeto amado. Mais precisamente, ela vive da ausência do objeto amado. Não se trata de ausência tísica, o objeto amado distante, longe. A dor da ausência física tem o nome de saudade.
Saudade tem cura. A saudade é curada quando o seu objeto volta. A dor da paixão é diferente. Não tem cura. A saudade do objeto amado, mesmo quando ele está presente, é o perfume característico da paixão. Cassiano Ricardo sabia disso e escreveu. "Por que tenho saudade / de você, no retrato, ainda que o mais recente? / E por que um simples retrato /mais que você, me comove, se você mesma está presente?"
Que coisa mais esquisita! Como pode ser isso? Como se pode sentir saudade de algo que está presente? A resposta é simples: a gente sente saudade de uma pessoa presente quando ela está se despedindo. Cecilia Meireles, desenhando sua avó morta, a quem ela muito amava, disse: "Tu eras uma ausência que se demorava; uma despedida pronta a cumprir-se". Dirão "É natural; um dia ela possuirá o objeto da sua paixão. Mas a 'dor muito maior', da paixão satisfeita, não tem mais esperanças. O objeto se desfez. Ela vive na tristeza do objeto perdido".
Escrevi uma história sobre isso. A Menina era apaixonada pelo Pássaro Encantado. Mas ela sofria porque o Pássaro era livre, O Pássaro Encantado era sempre uma ausência que se demorava, uma despedida pronta a cumprir-se. O Pássaro lhe disse que era preciso que fosse assim, para que eles continuassem apaixonados. Ele sabia que a paixão não ama pássaros em vôo. Mas a Menina não acreditou. Prendeu-o numa gaiola.
Gaiola? Hás as feitas com ferro e cadeados. Mas as mais sutis são feitas com desejos. Esquisito o que vou dizer: a alma é uma biblioteca. Nela se encontram as estórias que amamos "Romeu e Julieta", "Abelardo e Heloisa", "O paciente Inglês", 'As Pontes de Madison", "O Amor nos Tempos Cólera", "A Menina e o Pássaro Encantado". As estórias que amamos revelam a forma do nosso desejo. Delas escolhemos uma, é a nossa gaiola. Gaiola na mão, saímos pela vida à procura do nosso Pássaro. Quando imaginamos havê-lo encontrado, uh, que felicidade!" Ficará feliz em nossa gaiola. Será o amante da nossa estória de amor: eu prá você, você prá mim. . . Nós colocamos lá dentro e pedimos que nos cante canções de amor.
Acontece que o Pássaro também tinha a sua estória. E era outra. Todo Pássaro deseja voar. Ele bate suas asas contra as grades, suas penas perdem as cores e o seu canto se transforma em choro. E, de repente, ele se transforma. Não mais o reconhecemos, é um outro. Essa é a razão por que a dor da paixão satisfeita é muito maior.
Contada assim, a estória parece ter um vilão e uma vítima. A verdade é que os dois são vilões, os dois são vítimas. O desejo da gente é sempre engaiolar o outro e levá-lo pelos caminhos que são nossos. Isso vale para tudo: marido-mulher, pai-filha, mãe-filho, patrão-empregado, professor-aluno... Não admira que Sartre tenha dito que "o inferno é o outro" Não haverá uma saída.
Lembro-me de um pequeno poema de Pearís, que sugere uma relação sem gaiolas:
"Eu sou eu. Você é você. Eu não estou nesse mundo para atender às suas expectativas
E você não está nesse mundo para atender às minhas expectativas. Eu faço a minha coisa. Você faz a sua. E quando nos encontramos.É muito bom".

Rubem Alves

:: Por Kary | 8:08 PM |

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Segunda-feira, Julho 11, 2005

Hummmm, fds mais do q perfeito...Nem sei como definir...foi M A R A V I L H O S O!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! X-)



Sábadão - Boliche em Pira



Casalzinhu mais fofo!!!! Thi e Jú



Strike!!!!!!!!!!!......rs.Da esquerda p direita: Gú, Diego, namorada do Fiego (desculpe, mas esqueci o nome), Thiago, Matheus (irmão do Thi), Jú, Eu e a Rafa.....Ah, o Gui tirou a foto...rs



Yabadabadddddddddddddduuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!! rsssssssssssss......Beth (namorada do Diego), Barney (Gui), Fred (Diego), Wilma (Jú) e o Dino (Gú)



Rafa, a esganada!!!!! Q fome, heim!!!!!!!!


Extrato do livro "O amor que acende a lua"

Duas casinhas, uma é azul, a outra é rosa. Em cada casinha mora uma pessoa, uma única pessoa. Na casinha azul mora um homem. Na casinha rosa mora uma mulher. Os dois gostam de aparecer na janela. Mas nunca mostram o rosto. Sempre usam máscaras: risonhas, tristonhas, de criança, de velho, de santo, de demônio. Seus verdadeiros rostos ninguém jamais viu. Nem mesmo eles.
Esse é o resumo de uma das mais antigas teorias psicológicas. As casinhas são nossos corpos. Em cada um mora uma pessoa, uma única pessoa. Persona, em latim, quer dizer "máscara", as máscaras que os atores de teatro usavam.
Assim, a etimologia nos diz o que somos: atores. Vivemos representando "papeis". Por vezes representar um papel é um artifício consciente intencional e safado. Essa é a essência da hipocrisia, que em grego quer dizer "representar um papel". O hipócrita é aquele que usa uma máscara com o propósito de enganar: ele mostra um rosto que não é o seu. Chegando em casa, longe dos outros, ele dá risada e tira a máscara... Mas mesmo tirando a máscara o que ele vê não é o seu rosto; é uma outra máscara.
O fato é que as pessoas nunca tiram as máscaras. Usam máscaras até mesmo quando se olham no espelho. Você nunca teve um sentimento de estranheza ao se contemplar no espelho? Você nunca se viu e se perguntou: "quem sou?" Quem somos? Seres nascidos para o teatro. Somos, essencialmente, atores. Representamos "papéis" o tempo todo. A alma é o script de uma peça. Para conhecer a alma basta montar um palco, distribuir máscaras e papéis, e começar o espetáculo. À medida que o espetáculo se desenrola a alma vai se revelando. Que revela ela? Seu rosto sem máscara? Não. Ela revela as máscaras e os papéis de sua predileção. Sobre esse pressuposto se assenta a teoria do psicodrama, que poderia também ser chamado de psicomédia. "Penso, logo existo", dizia o filósofo que não pensava sobre essas coisas. Comenta o poeta, que se sabia irremediavelmente um fingidor: "Que sei do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas eu penso tanta coisa..." Assim diz essa teoria, mas eu tenho estado desconfiado de que as coisas não são bem assim. E é esse esboço de teoria que eu gostaria de submeter àqueles cujo ofício é cuidar da alma. Começo invertendo as coisas: a casinha não é a residência particular de um único morador. É um albergue que não é de ninguém. Aquela pessoa que se apresenta como dona é apenas um síndico que, a qualquer momento, pode ser despedido. Quando o síndico é despedido o albergue vira uma zorra. Além disso eu digo que aquilo que se parece com máscaras não são máscaras. São rosto de verdade, todos muito parecidos. Parecidos mas muito diferentes. Não têm os mesmos pensamentos. Não têm os mesmos sentimentos. Não se entendem. E, no entanto, são obrigados a viver numa mesma casa. Os períodos de ordem e tranqüilidade não passam de uma trégua. A guerra pode estourar a qualquer momento, por um "dá cá aquela palha". Alguns albergados chegam a se odiar. Não é raro que aconteçam assassinatos: não suportando o ódio, um mata o outro. Quando isso acontece dentro da casa, do lado de fora aparece como suicídio. Mas essa palavra, "suicídio", que significa "matar-se", é um equívoco. Diz Benedictus de Spinoza, na 6ª proposição da parte III da sua Ética: "Cada coisa, enquanto existe em si, esforça-se por perseverar no seu ser". Ninguém deseja morrer. A vida deseja continuar a viver. O que acontece é o seguinte: um dos moradores, esforçando-se por perseverar no seu ser, e vendo-se insuportavelmente ameaçado por um outro morador do mesmo albergue, não vê outra solução para tal situação a não ser o assassinato do seu inimigo. Acontece que, para matá-lo, ele tem de destruir a casa onde ambos moram: o corpo.
Essa é uma hipótese. Uma hipótese que se pretenda científica não pode prescindir de uma revisão bibliográfica do assunto. Infelizmente não encontrei pesquisas estatisticamente fidedignas sobre a questão em pauta. O pobre Freud também não encontrou nenhuma pesquisa que corroborasse suas loucas hipóteses. Encontrei referências, sim, nas superstições populares e na literatura. O mito popular do lobisomem afirma que num mesmo corpo convivem pelo menos dois moradores, um deles podendo ser um filantropo sensível, o outro sendo um lobo feroz que sai do seu esconderijo nas noites de lua cheia. Esse mito, transposto para a literatura, tornou-se a novela sobre o Dr. Jeckill, médico bondoso, e o Mr. Hide, monstro cruel, ambos morando no mesmo albergue.
Freud percebeu que o corpo era uma casa de três andares, onde moravam três moradores muito diferentes. No térreo mora um pacato cientista, professor, de hábitos tranqüilos e racionais. No porão mora um playboy sem juízo, que se entrega pela noite adentro a orgias barulhentas. No andar superior funciona um tribunal onde são julgados, condenados e freqüentemente punidos os que se desviam das leis impostas pelo juiz que preside o dito tribunal. Os nomes dos moradores são, respectivamente, Ego, Id e Superego...
Fernando Pessoa não precisou elaborar teoria sobre o assunto. Ele era um exemplo vivo de albergue onde moravam os mais variados personagens, mais de trinta, chamados heterônimos, cada um deles com biografia própria, filosofia distinta, estilo peculiar e sentimentos específicos: Alberto Caeiro não pensa, não sente e não escreve como Ricardo Reis, que não pensa, não sente e não escreve como Álvaro de Campos, que não pensa, não sente e não escreve como Bernardo Soares - e assim por diante. Não se trata de pseudônimos. Pseudônimo é uma máscara que um escritor pode usar para se esconder ou se identificar. O caso de Fernando Pessoa era outro: ele era literal e literariamente "possuído" pelo heterônimos. Sua identidade civil era definida por sua carteira de identidade: um único indivíduo, Fernando Pessoa. Mas nesse corpo de um nome só moravam muitos e diferentes outros que se alternavam. Tanto aprovaria minha teoria que chegou a confessar: "Meu coração é um albergue."
Tenho estado tentando fazer um inventário das muitas entidades que podem morar no corpo. Freud sugeriu três. Fernando Pessoa, nem sei quantas. O demônio disse que era uma legião. Tendo a concordar com o demônio. Há moradores de todo tipo - e o curioso é que o corpo, parece, não faz uma investigação das credenciais do pretendente a albergado, antes de aceitá-lo como morador.
Eis alguns deles: o depressivo, de poucas palavras; o alegrinho falador, insuportável; o sargento que gosta de dar ordens; a bruxa horrenda de voz gritada; o torturador sádico; o filósofo sábio; o místico; o romântico apaixonado; o invejoso, verde; o ciumento; o mal-humorado, que acha tudo ruim; o carrasco; o rancoroso, que se compraz em esgravatar o passado; o canalha; o moralista; a perua; o velho; a criança... A lista não tem fim. Com a ajuda do seu analista você poderá fazer um inventário dos tipos que moram no seu albergue, a fim de compreender as confusões que acontecem no seu corpo. Em suas origens etimológicas "demônio" não tem o sentido mau que lhe damos. Sócrates dizia ser inspirados por um agathòs daimon, um demônio bom. Demônio era apenas uma entidade espiritual que podia ser boa ou má. Ao se acreditar no demônio PhD em psicologia, o corpo pode ser entendido como um albergue que é constantemente visitado e "possuído" por uma variedade de demônios. "Possessão demoníaca" é quando o corpo, pretensamente possuído pelo síndico, é invadido e dominado por um daimon diferente dele. A gente sabe que o albergue está possuído porque ele começa a fazer coisas que comumente não faz. Se for um daimon ruim, ele vai fazer estragos no albergue. Se for um daimon bom - por exemplo, o Espírito Santo o albergue vai ser pintado e varrido.
Se meus colegas psicanalistas e terapeutas acham muito maluca a minha teoria, recordo-lhes o dito por Fairbairn: "É então evidente que o psicoterapeuta constitui o verdadeiro sucessor do exorcista. Sua missão não é 'perdoar pecados' e sim 'desalojar os demônios'."

Rubem Alves

:: Por Kary | 7:57 PM |

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Segunda-feira, Julho 04, 2005

Quem é vivo sempre aparece!! Eis-me aqui, depois d um logo peíodo sem atualizar....Novamente no Sarcófago....rssssssss....Perfeitoooo!!! Adoro!!! Mais, mais, maiiiiiisssssssssssss... Férias chegou é hr d mais farra...uhuuuuuuuuuuu.



28/06 - Captain Jack (Piracicaba)


Eu, Rafa e Gui



FELIZ ANIVERSÁRIO p mim, né!!!!!! Atrasadíssssssimoooooo, ficando velhinha, mas ainda me sinto uma adolescente....rsssss X-)






Alexandre, Raíssa, Eu, Rafa e o Gú babando!!!



Eu, Raíssa, Gui, Rafa e o Gú ainda babando!!!



Alexandre, Raíssa, Gui, Rafa e o Gú....ai, ai.não é mais o mesmo....Estado deploravél, heim!! Nas 3 fotos babando!!!!



Um dia um sorriso perguntou a uma lágrima: "Como você faz para manter-se em silêncio enquanto rola em um rosto que diz que ama??" E, sem palavras, a lágrima respondeu: "Às vezes, na nossa vida não precisaremos de palavras para sermos entendidos em momentos únicos, no qual um olhar pode ser mais intenso do que a intensidade de uma frase!!!"
Quantas vezes você deixou que os seus olhos dissessem o que não conseguia dizer com palavras??? Quantas noites você precisou para mostrar a Lua, que você é o mais interessado em que ela brilhe naquele momento??
Na maioria dos casos, em que sentimentos estiverem sendo postos à prova por uma esperança e sendo sustentados por uma incerteza, demonstrar vai ser o único elo de ligação entre a felicidade que acredita sentir e o medo da dúvida que tenhas ...
Mas tente respirar!!! A incerteza de uma vida feliz aliando seu lar como uma forma de esconder a culpa, que sente pelas coisas das quais não tem coragem de confessar, e constatará, que expressar seus sentimentos demonstrando-se indefesa pela inocência de seu sincero amor ...será muito mais difícil do que simplesmente dizer a verdade ...
Procure alguém no mundo, que jamais tenha pelo menos uma vez escondido seus sentimentos por medo de sofrer e demonstrado a si próprio, que fingir amar doe menos do que amar de verdade e entenderá porque "demonstrar ", âs vezes, pode ser mais difícil do que escrever um "livro " sobre a sua vida.....
Imagine uma pessoa com medo do sucesso, que sabe que é capaz de obter? Imagine uma pessoa com dificuldade de assumir o que sente apenas porque fingir falsos sorrisos ou duvidar de verdadeiras esperanças conseguem manipular uma certeza, de que seus atos não estão naquilo que você diz ou escreve e sim naquilo que demonstra . Então, se algum dia você precisar de muitas palavras para explicar uma desculpa ou muitas desculpas para explicar uma palavra, não invente uma saudade, um amor ou uma paixão....Demonstre!!!!!!

:: Por Kary | 11:54 PM |

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Nome: Karyna
Meu niver 08/06/77 (geminiana)
Formação: Psicóloga
E-mail e MSN: karynazb@hotmail.com

Nome: Rafaela
Idade: 24 anos
Meu niver 24/01
Formação: Gestora de Negócios Internacionais
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Meu humor:
Em total transcendência!!!
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